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Organizacao em Parque São Jorge, São Paulo, SP
Associação de moradores do Parque São Jorge, fundamentada no voluntariado e na promoção da cidadania. Associação sem fins lucrativos.
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Listando 71 atividades recentes
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Os buracos plantados e os tombos colhidos.
Comecei a participar da vida comunitária, e principalmente a entender de cidadania, quando fui convidado, em 1996, para uma reunião do Conseg do Parque São Jorge. Desde então procuro contribuir, da melhor forma possível, para os debates que dizem respeito e interferem no cotidiano da nossa região. Algumas idéias conseguem transmitir o desejo primeiro de reverenciar o progresso sustentável do Parque São Jorge, outras são semelhantes à maioria daquelas propostas pelas diversas associações de bairro, igualmente importantes.
O certo é que durante anos debatemos melhorias reais e atingíveis para nossas calçadas, ruas e avenidas; nossas praças, parques e clubes, para nosso bairro e nossa cidade. Reais e atingíveis sob o olhar e o desejo do cidadão comum, diga-se.
Reivindicamos o que nos é de direito como: educação, segurança, transporte público, o pronto atendimento das questões básicas do dia a dia, saúde, direito a moradia. Acreditando sempre no direito e no dever de promover a livre cidadania.
Neste período participei de várias entidades e associações, com a mesma dedicação e propósito. Hoje presido a Associação dos Moradores do Parque São Jorge, representando uma fração às vezes esquecida do Tatuapé. Esquecida, porém não menos importante.
Se recordássemos de cada assunto tratado, a cada reunião realizada, sem distinção de entidade ou associação, provavelmente perceberíamos o quanto repetitivos são os temas e as reclamações.
Revitalização da Avenida Celso Garcia, calçadas esburacadas, falta de acessibilidade, poda de árvores, falta de sinalização em geral, praça e parques em situação crítica, Base Fixa da Polícia Militar no Largo São José do Maranhão, Posto Avançado da Guarda Civil Metropolitana na Praça José Moreno, falta de efetivo tanto para a Policia Militar quanto para a Civil, precariedade da iluminação pública, ausência de representantes governamentais em nossas reuniões, a difícil realidade que é morar no entorno das faculdades, dos bares e casas de shows que desrespeitam as leis, as constantes reclamações denunciando o estacionamento irregular de automóveis e caminhões, buracos em ruas e calçadas; apenas para relembrar um punhado de temas recorrente.
Se os assuntos são os mesmos, as desculpas ou justificativas também envelheceram, como naqueles filmes que, de tão assistidos, reproduzimos cada frase em simultaneidade ao ator.
Incontestável, contudo, é o tema segurança, ou a falta dela. Assaltos, roubos, furtos, intimidações, constrangimentos, atentados à vida, à cidadania, ao direito de ir e vir, a eterna contradição entre os índices de criminalidade e o que se ouve do cidadão comum nas reuniões, enfim, uma desencontrada retórica entre o que é reclamado e aquilo que é divulgado para justificar ou apresentar como solução.
Devemos incluir neste parágrafo, as situações que colaboram para o aumento da sensação de insegurança, como o trânsito caótico, a iluminação deficiente, terrenos e imóveis abandonados, sejam eles públicos ou privados, transporte público desrespeitoso ao usuário, condições não ideais de trabalho na prestação de serviços em hospitais e escolas, indefinição de prioridades na administração pública, retorno tardio ou inexistente aos questionamentos do cidadão.
Fundamentalmente, vivemos sob a regência das leis propostas e aprovadas pelos senhores vereadores, deputados e senadores, eleitos por nós. Se os acontecimentos cotidianos de uma sociedade democraticamente constituída causam inquietações, se as soluções propostas desagradam ao não refletir efetividade de fato, não podemos culpar as leis.
Trocando em miúdos, a culpa do tombo não é de quem caiu e sim do buraco que ali estava, por omissão ou negligência de alguém. Nós somos os responsáveis pelos buracos, o tombo é conseqüência.
Se determinada pessoa, deliberadamente, não cumpre com o que sua função lhe impõe, como profissional ou membro de uma sociedade democrática, esta será penalizada com o ônus imputado à sua falta, conforme previsto em lei. Caso consideremos o voto um ato menor, carregaremos o ônus da omissão ou negligência, vitimados pelos buracos plantados e pelos tombos colhidos.
Frases que não são novas: “as leis favorecem o bandido...”, “a justiça é lenta...”, “os políticos só pensam em mordomias...”, “a comunidade reivindica, mas a burocracia do governo impede o atendimento...”, ”o político promete, mas não cumpre...”, “é tudo farinha do mesmo saco...”, “eu odeio política...”, e por ai vai.
Ora pois, quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que irão elaborar, propor, aprovar, executar e fiscalizar as leis que nos regem? Quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que conduzirão nossas vidas por um longo período, determinando o caminho do progresso sustentável ou do abismo administrativo e social?
O eleitor comporta-se como o jardineiro, preocupado em selecionar as melhores sementes para o seu jardim, para depois cultivá-lo com toda a atenção. Um jardim é formado pelas escolhas do jardineiro. Pode-se optar pelas rosas e seus perfumes ou pelas tiriricas...
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente Amopsj
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Os buracos plantados e os tombos colhidos.
Comecei a participar da vida comunitária, e principalmente a entender de cidadania, quando fui convidado, em 1996, para uma reunião do Conseg do Parque São Jorge. Desde então procuro contribuir, da melhor forma possível, para os debates que dizem respeito e interferem no cotidiano da nossa região. Algumas idéias conseguem transmitir o desejo primeiro de reverenciar o progresso sustentável do Parque São Jorge, outras são semelhantes à maioria daquelas propostas pelas diversas associações de bairro, igualmente importantes.
O certo é que durante anos debatemos melhorias reais e atingíveis para nossas calçadas, ruas e avenidas; nossas praças, parques e clubes, para nosso bairro e nossa cidade. Reais e atingíveis sob o olhar e o desejo do cidadão comum, diga-se.
Reivindicamos o que nos é de direito como: educação, segurança, transporte público, o pronto atendimento das questões básicas do dia a dia, saúde, direito a moradia. Acreditando sempre no direito e no dever de promover a livre cidadania.
Neste período participei de várias entidades e associações, com a mesma dedicação e propósito. Hoje presido a Associação dos Moradores do Parque São Jorge, representando uma fração às vezes esquecida do Tatuapé. Esquecida, porém não menos importante.
Se recordássemos de cada assunto tratado, a cada reunião realizada, sem distinção de entidade ou associação, provavelmente perceberíamos o quanto repetitivos são os temas e as reclamações.
Revitalização da Avenida Celso Garcia, calçadas esburacadas, falta de acessibilidade, poda de árvores, falta de sinalização em geral, praça e parques em situação crítica, Base Fixa da Polícia Militar no Largo São José do Maranhão, Posto Avançado da Guarda Civil Metropolitana na Praça José Moreno, falta de efetivo tanto para a Policia Militar quanto para a Civil, precariedade da iluminação pública, ausência de representantes governamentais em nossas reuniões, a difícil realidade que é morar no entorno das faculdades, dos bares e casas de shows que desrespeitam as leis, as constantes reclamações denunciando o estacionamento irregular de automóveis e caminhões, buracos em ruas e calçadas; apenas para relembrar um punhado de temas recorrente.
Se os assuntos são os mesmos, as desculpas ou justificativas também envelheceram, como naqueles filmes que, de tão assistidos, reproduzimos cada frase em simultaneidade ao ator.
Incontestável, contudo, é o tema segurança, ou a falta dela. Assaltos, roubos, furtos, intimidações, constrangimentos, atentados à vida, à cidadania, ao direito de ir e vir, a eterna contradição entre os índices de criminalidade e o que se ouve do cidadão comum nas reuniões, enfim, uma desencontrada retórica entre o que é reclamado e aquilo que é divulgado para justificar ou apresentar como solução.
Devemos incluir neste parágrafo, as situações que colaboram para o aumento da sensação de insegurança, como o trânsito caótico, a iluminação deficiente, terrenos e imóveis abandonados, sejam eles públicos ou privados, transporte público desrespeitoso ao usuário, condições não ideais de trabalho na prestação de serviços em hospitais e escolas, indefinição de prioridades na administração pública, retorno tardio ou inexistente aos questionamentos do cidadão.
Fundamentalmente, vivemos sob a regência das leis propostas e aprovadas pelos senhores vereadores, deputados e senadores, eleitos por nós. Se os acontecimentos cotidianos de uma sociedade democraticamente constituída causam inquietações, se as soluções propostas desagradam ao não refletir efetividade de fato, não podemos culpar as leis.
Trocando em miúdos, a culpa do tombo não é de quem caiu e sim do buraco que ali estava, por omissão ou negligência de alguém. Nós somos os responsáveis pelos buracos, o tombo é conseqüência.
Se determinada pessoa, deliberadamente, não cumpre com o que sua função lhe impõe, como profissional ou membro de uma sociedade democrática, esta será penalizada com o ônus imputado à sua falta, conforme previsto em lei. Caso consideremos o voto um ato menor, carregaremos o ônus da omissão ou negligência, vitimados pelos buracos plantados e pelos tombos colhidos.
Frases que não são novas: “as leis favorecem o bandido...”, “a justiça é lenta...”, “os políticos só pensam em mordomias...”, “a comunidade reivindica, mas a burocracia do governo impede o atendimento...”, ”o político promete, mas não cumpre...”, “é tudo farinha do mesmo saco...”, “eu odeio política...”, e por ai vai.
Ora pois, quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que irão elaborar, propor, aprovar, executar e fiscalizar as leis que nos regem? Quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que conduzirão nossas vidas por um longo período, determinando o caminho do progresso sustentável ou do abismo administrativo e social?
O eleitor comporta-se como o jardineiro, preocupado em selecionar as melhores sementes para o seu jardim, para depois cultivá-lo com toda a atenção. Um jardim é formado pelas escolhas do jardineiro. Pode-se optar pelas rosas e seus perfumes ou pelas tiriricas...
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente Amopsj
Respondeu, sobre a proposta “Mudança da denominação da Estação do Metrô.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:
Caro Lucas, acreditamos que a mudança de denominação proposta, feita após consulta à comunidade e não por simples desejo de uma associação, trará valorização à região onde a referida estação está localizada, beneficiando toda uma localidade. Em São Paulo temos vários exemplos de mudanças ocorridas nas denominações, tais como: Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda, Portuguesa-Tiete, Bresser-Mooca, etc Vale ressaltar que a estação de metrô cuja denominação é Carrão, na verdade está localizada nos limites do Parque São Jorge, e não no bairro Carrão. Porém, entendemos que a denominação deva atender aos desejos das duas comunidades, portanto: Estação de Metrô Carrão - Parque São Jorge. Caso queira conhecer melhor esta ou as demais ações da nossa associação entre em contato através do email amopsj@gmail.com
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente
Apoiou a proposta “Reforma Política” de Nikolas Schiozer
Comentou, sobre o problema “Falta de Mobilização” de Agnelson Angelis Alves Pereira Barbosa:
Caro Agnelson, o primeiro passo para uma maior integração entre os cidadãos consiste em demonstrar e divulgar suas idéias. Inicie com os seus familiares e amigos mais próximos, colegas de estudo com mais afinidade. Forme um grupo com objetivos semelhantes. Qual a maior carência da sua região? Procure as entidades ou associações já cosntituídas. Temos a certeza que você encontrará parcerias sérias. Não desanime no primeiro obstáculo e não desista quando aconterecem contratempos.
Associação dos Moradores do Parque São Jorge SP
Apoiou a proposta “Jato de água não leva a nada, só a mais gasto de água” de Felipe Rosenberg
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
FELIZ DIA DOS PAIS!
Amopsj no twitter: amopsj_sp
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Em 07 de agosto de 1985, foi inaugurada em São Paulo a primeira Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher. Vale lembrar.
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Thiago de Mello
Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)
A Carlos Heitor Cony
Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade.
agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.
Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.
Artigo IV
Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.
Parágrafo único:
O homem, confiará no homem
como um menino confia em outro menino.
Artigo V
Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.
Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.
Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.
Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.
Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha
sempre o quente sabor da ternura.
Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa,
qualquer hora da vida,
uso do traje branco.
Artigo XI
Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.
Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.
Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.
Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.
Artigo Final.
Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.
Santiago do Chile, abril de 1964
Comentou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Para ver e pensar:
http://www.youtube.com/watch?v=qQb5QRbaAAE
Apoiou o problema “Os jovens não tem um espaço para fomentar a discussão sobre cultura local, e fazer politica” de Agnes Karoline de Farias
Comentou, sobre o problema “Os jovens não tem um espaço para fomentar a discussão sobre cultura local, e fazer politica” de Agnes Karoline de Farias :
Locais até existem, como as bibliotecas públicas, as universidades, associações de bairro, ongs, etc. Faltam pessoas dispostas a contribuir para o debate político sem a conotação eleitoral ou partidária. Tente formar seu grupo de debate e pesquise, junto as faculdades ou universidades da sua região, pessoas capacitadas para palestrar assuntos de interesse do grupo. Dentro das faculdades tenho certeza que voces encontrarão espaço, caso não encontrem local para reuniões, consulte a subprefeitura da região.
Fernando Penteado Villar Félix
Associação dos Moradores do Parque São Jorge
Perguntou, sobre a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:
Aos senhores(as) candidatos:
Alguém já se inscreveu no site www.fichalimpaja.org.br ?
Alguém já se preocupou com a campanha: "Eu não voto em porcalhão!" da Associação dos Moradores do Parque São Jorge?
Apoiou o problema “Pessoas se esquecem rápido em quem votaram nas eleições” de Movimento Voto Consciente
Apoiou o problema “Direito à Calçada” de Luis Cesar Nunes
Apoiou a proposta “Lei Ficha Limpa” de jose ronaldo alonso mathias
Apoiou o problema “Horários atendimento serv.públicos escenciais (péssimo atendimento)” de maria santana pedrosa
Apoiou a proposta “PLANTIO DE ARVORES, SERVIÇO AMBIENTAL, DESCONTO EM IMPOSTOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS, IPVA” de FÁBIO ARAÚJO PEREIRA
Seguindo a proposta “Conheça o Radar da Cidade, Cidadania de Verdade!” de Paulo José Canevazzi da Silva (www.radardacidade.com.br)
Apoiou a proposta “COMBATER O DESINTERESSE DO JOVEM PELA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA ATRAVÉS DA DIFUSÃO E IMPLANTAÇÃO DOS CONSELHOS MUNICIPAIS DE JUVENTUDE” de Leonardo Queiroz Leite
Apoiou a proposta “Redução do consumo de sacolinhas plásticas” de Fernando Freire Oliveira
Apoiou a proposta “Divulgar o "Cidade Democrática"” de Henrique Parra Parra Filho
Comentou, sobre o problema “Bullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:
Justiça condena mãe por cyberbullying (Jornal O Estado de São Paulo)
A mãe de um jovem que praticou cyberbullying em Carazinho, Rio Grande do Sul, foi condenada em segunda instância a pagar R$5.000,00 de indenização por danos morais ao ofendido. A relatora do acórdão no TJ do Rio Grande do Sul, desembargadora Liége Puricelli Pires, considerou que os pais têm o dever de guardar, orientar e zelar pelos filhos menores e respondem civilmente pelos ilícitos praticados. Na época das ofensas, os envolvidos eram menores e estudavam juntos na mesma classe.
Apoiou a proposta “A Internet deve ser uma ferramenta democrática para controlar o Estado e não uma ferramenta do Estado para o controle das pessoas.” de Luis Cesar Nunes
Apoiou o problema “Helicópteros noturnos” de Reinaldo
Apoiou a proposta “Escolas Eco Sustentáveis” de marcos soares de morais
Apoiou o problema “Sujeira da Política, Bombardeio das Campanhas eleitorais: É guerra suja.” de Luis Cesar Nunes
Comentou, sobre o problema “Bullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:
O apoio e divulgação desta campanha pode, e deve, ser realizada através do diálogo entre pais e filhos e levada até as escolas. Caso queiram poderemos enviar a cartilha e o material de apoio via e-mail, é só solicitar. O importante para todos é o debate a respeito do tema, cada um de nós poderá desenvolver uma forma própria de contribuir, conforme a característica de cada região ou escola. Obrigado a todos.
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente AMOPSJ
Seguindo o problema “atendimento na SANTA CASA DE LINS!” de juan phablo fernandes rodrigues
Seguindo a proposta “Criação de mais áreas verdes” de Carbondown
Seguindo a proposta “Proposta radical de transparência municipal” de Laboratório Brasileiro de Cultura Digital
Apoiou o problema “Espaço PUBLICO.Comodismo total!” de Agnes Karoline de Farias
Apoiou a proposta “Curso de politicas publicas, GRATUITO.Pelo programa segurança humana.” de Agnes Karoline de Farias
Seguindo a proposta “Fechamento da Av. dos Ferroviários no fins-de-semana” de Fernanda Menten
Seguindo a proposta “Ensino do Direito nas escolas.” de Direito do Povo do Brasil
Apoiou a proposta “Combate à discriminação” de FLORIANO PESARO
Seguindo o problema “Como diminuir a frota de SP” de vereador Adilson Amadeu
Apoiou o problema “Cardápio em Braille” de Mara Gabrilli
Apoiou a proposta “Informações em LIBRAS para os surdos” de Mara Gabrilli
Apoiou o problema “Piso podotátil” de Julie Nakayama
Seguindo o problema “Masp: lago seco ou com água parada.” de Julie Nakayama
Apoiou o problema “Solicitação Tapa Buraco via web” de Thaís Prado
Seguindo a proposta “Projeto para melhorias no trânsito brasileiro - IMR, USP e CET trabalhando juntos.” de Rafael Hidalgo
Apoiou a proposta “Todos sem preconceito! Escola pública de qualidade para todos! ” de Beatriz
Apoiou a proposta “Mais cultura nas escolas.” de Juliana Biller
Apoiou a proposta “Utlização de energia solar para iluminar praças públicas” de Rodrigo Bandeira
Apoiou a proposta “E-LIXO MAPS, uma boa idéia para replicar” de Elizabeth S. Mazini
Comentou, sobre o problema “Bullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:
Bullying
Termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica. Toda ação agressiva, premeditada, intencionale recorrente, que acontece sem motivação, praticada por umou mais indivíduos contra outro(s), com objetivo de agredir ou intimidar, trazendo prejuízos físicos e emocionais a este, compreendendo uma relação injusta de poder.
O termo bullying é também usado para descrever uma forma de assédio de alguém que, de alguma forma, está em condição de superioridade sobre o outro, exercendo seu poder sobre o mais fraco.
A desigualdade de poder característica do bullying pode ser observada na diferença de idade, porte físico ou emocional, no apoio dos demais indivíduos ou pela inação dos envolvidos (educadores e familiares). Os atos de bullying são tipicamente de maus tratos entre os indivíduos, cuja essência intencional e repetitiva é caracterizada pela intimidação, agressividade verbal e/ou física e humilhação.
Situações de bullying demonstram comportamento agressivo e negativo, acontece de forma repetitiva e ocorre onde há um desequilíbrio de poder entre os envolvidos. Como
conseqüência, nota-se a exclusão e o isolamento dos indivíduos ameaçados, frequentemente extorquidos, insultados e apelidados de maneira pejorativa.
Apoiou o problema “Juventude e drogas” de Suelen Trevizan
Apoiou a proposta “VOLUNTARIADO” de TINO PEREZ
Comentou, sobre a proposta “ Simpósio de Moradores da Cidade Tirandentes - Tema: Segurança Pública avanços e desafios para região.” de Sandro Roberto:
Deve-se debater a falta de áreas verdes, pois a ocupação desordenada do bairro restrigiu as possibilidades de integração entre a comunidade, o meio ambiente e planejamento das ações governaventais. Aspectos como a ausência de praças ou parques contribuem de forma negativa nos índices de insegurança. O desequilíbrio ambiental altera o comportamento das pessoas.
Apoiou a proposta “ Simpósio de Moradores da Cidade Tirandentes - Tema: Segurança Pública avanços e desafios para região.” de Sandro Roberto
Apoiou o problema “Atenção do poder público às crianças que vivem na rua” de Fernando Quintino
Seguindo a proposta “Ação Cearense de Combate a Corrupção e a Impunidade (ACECCI)” de Movimento Popular Alerta Antonina do Norte - MOPAAN
Apoiou o problema “Respeito ao pedestre” de Luis Roberto Zanarella Cruz
Seguindo a proposta “Responda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí
Apoiou a proposta “SE ESTA RUA FOSSE NOSSA. Projeto de urbanismo comunitário.” de Vide o Verso. Ateliê de idéias.
Apoiou a proposta “Participar do Conselho Comunitário de Segurança-CONSEG.” de Flavio Guarniero
Apoiou o problema “DESRESPEITO AO CIDADÃO E FALTA DE ACESSIBILIDADE NAS CALÇADAS ” de RAFAEL ABUD
Apoiou o problema “Lixo na cidade/falta de limpeza urbana.” de Conceição Oliveira
Apoiou a proposta “Incentivo aos Bike-Boys ” de Pedal Rápido
Apoiou a proposta “Melhorar o serviço de ônibus na periferia de São Paulo, respeitar o cidadão que utiliza o serviço de transporte de ônibus” de Fernando Quintino
Apoiou a proposta “Implantação sistemática de Centrais de Libras, nos órgãos públicos municipais, estaduais e federais.” de Mara Gabrilli
Apoiou a proposta “Criar uma rede de atenção a vítimas de pedofilia” de Mara Gabrilli
Respondeu, sobre a proposta “Mudança da denominação da Estação do Metrô.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:
A Estação de Metrô Carrão, nome de um aprazível e progressista bairro da zona leste da cidade de São Paulo, fica localizada no Parque São Jorge. Nossa intenção consiste em incluir o nome "Parque São Jorge" à atual denominação da referida estação. Com esta atitude busca-se o reconhecimento da importância histórica desta região, valorizando seus cidadãos; sem contudo diminuir a importância do bairro Carrão. A estação ficaria assim denominada: "Estação de Metrô Carrão - Parque São Jorge"
Fernando Penteado Villar Félix
Presidente AMOPSJ
Comentou, sobre o problema “Projeto executivo de obras de revitalização da rua do Gasômetro está aprovado e engavetado a mais de 5 anos, por que ?” de Eduardo Scatigno:
Quando presidi o Conseg do Parque São Jorge, em 2005, apresentamos um projeto para revitalização da Av. Celso Garcia. Algumas poucas comquistas foram alcançadas, porém, a Avenida sofre com excesso de ônibus e carros particulares, prejudicando todos os que moram ou transitam no entorno. Veja vídeo em: www.youtube.com.br/amoparquesaojorge (favoritos). Fernando Félix
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