Cidade Democrática

Beta

Crie e apoie propostas para uma cidade melhor

Organização Associação dos Moradores do Parque São Jorge

Logo_m_o_amarela

Membro há 2 meses

Organizacao em Parque São Jorge, São Paulo, SP

Descrição

Associação de moradores do Parque São Jorge, fundamentada no voluntariado e na promoção da cidadania. Associação sem fins lucrativos.

No twitter: @amopsj_sp

Pessoas relacionadas

  • Não há usuários
 

Atividades recentes

Listando 71 atividades recentes

  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Os buracos plantados e os tombos colhidos.

    Comecei a participar da vida comunitária, e principalmente a entender de cidadania, quando fui convidado, em 1996, para uma reunião do Conseg do Parque São Jorge. Desde então procuro contribuir, da melhor forma possível, para os debates que dizem respeito e interferem no cotidiano da nossa região. Algumas idéias conseguem transmitir o desejo primeiro de reverenciar o progresso sustentável do Parque São Jorge, outras são semelhantes à maioria daquelas propostas pelas diversas associações de bairro, igualmente importantes.
    O certo é que durante anos debatemos melhorias reais e atingíveis para nossas calçadas, ruas e avenidas; nossas praças, parques e clubes, para nosso bairro e nossa cidade. Reais e atingíveis sob o olhar e o desejo do cidadão comum, diga-se.
    Reivindicamos o que nos é de direito como: educação, segurança, transporte público, o pronto atendimento das questões básicas do dia a dia, saúde, direito a moradia. Acreditando sempre no direito e no dever de promover a livre cidadania.
    Neste período participei de várias entidades e associações, com a mesma dedicação e propósito. Hoje presido a Associação dos Moradores do Parque São Jorge, representando uma fração às vezes esquecida do Tatuapé. Esquecida, porém não menos importante.
    Se recordássemos de cada assunto tratado, a cada reunião realizada, sem distinção de entidade ou associação, provavelmente perceberíamos o quanto repetitivos são os temas e as reclamações.
    Revitalização da Avenida Celso Garcia, calçadas esburacadas, falta de acessibilidade, poda de árvores, falta de sinalização em geral, praça e parques em situação crítica, Base Fixa da Polícia Militar no Largo São José do Maranhão, Posto Avançado da Guarda Civil Metropolitana na Praça José Moreno, falta de efetivo tanto para a Policia Militar quanto para a Civil, precariedade da iluminação pública, ausência de representantes governamentais em nossas reuniões, a difícil realidade que é morar no entorno das faculdades, dos bares e casas de shows que desrespeitam as leis, as constantes reclamações denunciando o estacionamento irregular de automóveis e caminhões, buracos em ruas e calçadas; apenas para relembrar um punhado de temas recorrente.
    Se os assuntos são os mesmos, as desculpas ou justificativas também envelheceram, como naqueles filmes que, de tão assistidos, reproduzimos cada frase em simultaneidade ao ator.
    Incontestável, contudo, é o tema segurança, ou a falta dela. Assaltos, roubos, furtos, intimidações, constrangimentos, atentados à vida, à cidadania, ao direito de ir e vir, a eterna contradição entre os índices de criminalidade e o que se ouve do cidadão comum nas reuniões, enfim, uma desencontrada retórica entre o que é reclamado e aquilo que é divulgado para justificar ou apresentar como solução.
    Devemos incluir neste parágrafo, as situações que colaboram para o aumento da sensação de insegurança, como o trânsito caótico, a iluminação deficiente, terrenos e imóveis abandonados, sejam eles públicos ou privados, transporte público desrespeitoso ao usuário, condições não ideais de trabalho na prestação de serviços em hospitais e escolas, indefinição de prioridades na administração pública, retorno tardio ou inexistente aos questionamentos do cidadão.
    Fundamentalmente, vivemos sob a regência das leis propostas e aprovadas pelos senhores vereadores, deputados e senadores, eleitos por nós. Se os acontecimentos cotidianos de uma sociedade democraticamente constituída causam inquietações, se as soluções propostas desagradam ao não refletir efetividade de fato, não podemos culpar as leis.
    Trocando em miúdos, a culpa do tombo não é de quem caiu e sim do buraco que ali estava, por omissão ou negligência de alguém. Nós somos os responsáveis pelos buracos, o tombo é conseqüência.
    Se determinada pessoa, deliberadamente, não cumpre com o que sua função lhe impõe, como profissional ou membro de uma sociedade democrática, esta será penalizada com o ônus imputado à sua falta, conforme previsto em lei. Caso consideremos o voto um ato menor, carregaremos o ônus da omissão ou negligência, vitimados pelos buracos plantados e pelos tombos colhidos.
    Frases que não são novas: “as leis favorecem o bandido...”, “a justiça é lenta...”, “os políticos só pensam em mordomias...”, “a comunidade reivindica, mas a burocracia do governo impede o atendimento...”, ”o político promete, mas não cumpre...”, “é tudo farinha do mesmo saco...”, “eu odeio política...”, e por ai vai.
    Ora pois, quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que irão elaborar, propor, aprovar, executar e fiscalizar as leis que nos regem? Quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que conduzirão nossas vidas por um longo período, determinando o caminho do progresso sustentável ou do abismo administrativo e social?
    O eleitor comporta-se como o jardineiro, preocupado em selecionar as melhores sementes para o seu jardim, para depois cultivá-lo com toda a atenção. Um jardim é formado pelas escolhas do jardineiro. Pode-se optar pelas rosas e seus perfumes ou pelas tiriricas...

    Fernando Penteado Villar Félix
    Presidente Amopsj

    Há 6 dias.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Os buracos plantados e os tombos colhidos.

    Comecei a participar da vida comunitária, e principalmente a entender de cidadania, quando fui convidado, em 1996, para uma reunião do Conseg do Parque São Jorge. Desde então procuro contribuir, da melhor forma possível, para os debates que dizem respeito e interferem no cotidiano da nossa região. Algumas idéias conseguem transmitir o desejo primeiro de reverenciar o progresso sustentável do Parque São Jorge, outras são semelhantes à maioria daquelas propostas pelas diversas associações de bairro, igualmente importantes.
    O certo é que durante anos debatemos melhorias reais e atingíveis para nossas calçadas, ruas e avenidas; nossas praças, parques e clubes, para nosso bairro e nossa cidade. Reais e atingíveis sob o olhar e o desejo do cidadão comum, diga-se.
    Reivindicamos o que nos é de direito como: educação, segurança, transporte público, o pronto atendimento das questões básicas do dia a dia, saúde, direito a moradia. Acreditando sempre no direito e no dever de promover a livre cidadania.
    Neste período participei de várias entidades e associações, com a mesma dedicação e propósito. Hoje presido a Associação dos Moradores do Parque São Jorge, representando uma fração às vezes esquecida do Tatuapé. Esquecida, porém não menos importante.
    Se recordássemos de cada assunto tratado, a cada reunião realizada, sem distinção de entidade ou associação, provavelmente perceberíamos o quanto repetitivos são os temas e as reclamações.
    Revitalização da Avenida Celso Garcia, calçadas esburacadas, falta de acessibilidade, poda de árvores, falta de sinalização em geral, praça e parques em situação crítica, Base Fixa da Polícia Militar no Largo São José do Maranhão, Posto Avançado da Guarda Civil Metropolitana na Praça José Moreno, falta de efetivo tanto para a Policia Militar quanto para a Civil, precariedade da iluminação pública, ausência de representantes governamentais em nossas reuniões, a difícil realidade que é morar no entorno das faculdades, dos bares e casas de shows que desrespeitam as leis, as constantes reclamações denunciando o estacionamento irregular de automóveis e caminhões, buracos em ruas e calçadas; apenas para relembrar um punhado de temas recorrente.
    Se os assuntos são os mesmos, as desculpas ou justificativas também envelheceram, como naqueles filmes que, de tão assistidos, reproduzimos cada frase em simultaneidade ao ator.
    Incontestável, contudo, é o tema segurança, ou a falta dela. Assaltos, roubos, furtos, intimidações, constrangimentos, atentados à vida, à cidadania, ao direito de ir e vir, a eterna contradição entre os índices de criminalidade e o que se ouve do cidadão comum nas reuniões, enfim, uma desencontrada retórica entre o que é reclamado e aquilo que é divulgado para justificar ou apresentar como solução.
    Devemos incluir neste parágrafo, as situações que colaboram para o aumento da sensação de insegurança, como o trânsito caótico, a iluminação deficiente, terrenos e imóveis abandonados, sejam eles públicos ou privados, transporte público desrespeitoso ao usuário, condições não ideais de trabalho na prestação de serviços em hospitais e escolas, indefinição de prioridades na administração pública, retorno tardio ou inexistente aos questionamentos do cidadão.
    Fundamentalmente, vivemos sob a regência das leis propostas e aprovadas pelos senhores vereadores, deputados e senadores, eleitos por nós. Se os acontecimentos cotidianos de uma sociedade democraticamente constituída causam inquietações, se as soluções propostas desagradam ao não refletir efetividade de fato, não podemos culpar as leis.
    Trocando em miúdos, a culpa do tombo não é de quem caiu e sim do buraco que ali estava, por omissão ou negligência de alguém. Nós somos os responsáveis pelos buracos, o tombo é conseqüência.
    Se determinada pessoa, deliberadamente, não cumpre com o que sua função lhe impõe, como profissional ou membro de uma sociedade democrática, esta será penalizada com o ônus imputado à sua falta, conforme previsto em lei. Caso consideremos o voto um ato menor, carregaremos o ônus da omissão ou negligência, vitimados pelos buracos plantados e pelos tombos colhidos.
    Frases que não são novas: “as leis favorecem o bandido...”, “a justiça é lenta...”, “os políticos só pensam em mordomias...”, “a comunidade reivindica, mas a burocracia do governo impede o atendimento...”, ”o político promete, mas não cumpre...”, “é tudo farinha do mesmo saco...”, “eu odeio política...”, e por ai vai.
    Ora pois, quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que irão elaborar, propor, aprovar, executar e fiscalizar as leis que nos regem? Quem são os responsáveis pela nomeação daqueles que conduzirão nossas vidas por um longo período, determinando o caminho do progresso sustentável ou do abismo administrativo e social?
    O eleitor comporta-se como o jardineiro, preocupado em selecionar as melhores sementes para o seu jardim, para depois cultivá-lo com toda a atenção. Um jardim é formado pelas escolhas do jardineiro. Pode-se optar pelas rosas e seus perfumes ou pelas tiriricas...

    Fernando Penteado Villar Félix
    Presidente Amopsj

    Há 6 dias.
  • Atividades_respondeu

    Respondeu, sobre a propostaMudança da denominação da Estação do Metrô.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:

    Caro Lucas, acreditamos que a mudança de denominação proposta, feita após consulta à comunidade e não por simples desejo de uma associação, trará valorização à região onde a referida estação está localizada, beneficiando toda uma localidade. Em São Paulo temos vários exemplos de mudanças ocorridas nas denominações, tais como: Corinthians-Itaquera, Palmeiras-Barra Funda, Portuguesa-Tiete, Bresser-Mooca, etc Vale ressaltar que a estação de metrô cuja denominação é Carrão, na verdade está localizada nos limites do Parque São Jorge, e não no bairro Carrão. Porém, entendemos que a denominação deva atender aos desejos das duas comunidades, portanto: Estação de Metrô Carrão - Parque São Jorge. Caso queira conhecer melhor esta ou as demais ações da nossa associação entre em contato através do email amopsj@gmail.com

    Fernando Penteado Villar Félix
    Presidente

    Há 7 dias.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaReforma Política” de Nikolas Schiozer

    Há 15 dias.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaFalta de Mobilização” de Agnelson Angelis Alves Pereira Barbosa:

    Caro Agnelson, o primeiro passo para uma maior integração entre os cidadãos consiste em demonstrar e divulgar suas idéias. Inicie com os seus familiares e amigos mais próximos, colegas de estudo com mais afinidade. Forme um grupo com objetivos semelhantes. Qual a maior carência da sua região? Procure as entidades ou associações já cosntituídas. Temos a certeza que você encontrará parcerias sérias. Não desanime no primeiro obstáculo e não desista quando aconterecem contratempos.

    Associação dos Moradores do Parque São Jorge SP

    Há 16 dias.
  • Atividades_adesoes
    Há 16 dias.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    FELIZ DIA DOS PAIS!

    Amopsj no twitter: amopsj_sp

    Há 28 dias.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Em 07 de agosto de 1985, foi inaugurada em São Paulo a primeira Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher. Vale lembrar.

    Há 29 dias.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Thiago de Mello

    Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)
    A Carlos Heitor Cony

    Artigo I
    Fica decretado que agora vale a verdade.
    agora vale a vida,
    e de mãos dadas,
    marcharemos todos pela vida verdadeira.

    Artigo II
    Fica decretado que todos os dias da semana,
    inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
    têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

    Artigo III
    Fica decretado que, a partir deste instante,
    haverá girassóis em todas as janelas,
    que os girassóis terão direito
    a abrir-se dentro da sombra;
    e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
    abertas para o verde onde cresce a esperança.

    Artigo IV
    Fica decretado que o homem
    não precisará nunca mais
    duvidar do homem.
    Que o homem confiará no homem
    como a palmeira confia no vento,
    como o vento confia no ar,
    como o ar confia no campo azul do céu.

    Parágrafo único:
    O homem, confiará no homem
    como um menino confia em outro menino.

    Artigo V
    Fica decretado que os homens
    estão livres do jugo da mentira.
    Nunca mais será preciso usar
    a couraça do silêncio
    nem a armadura de palavras.
    O homem se sentará à mesa
    com seu olhar limpo
    porque a verdade passará a ser servida
    antes da sobremesa.

    Artigo VI
    Fica estabelecida, durante dez séculos,
    a prática sonhada pelo profeta Isaías,
    e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
    e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

    Artigo VII
    Por decreto irrevogável fica estabelecido
    o reinado permanente da justiça e da claridade,
    e a alegria será uma bandeira generosa
    para sempre desfraldada na alma do povo.

    Artigo VIII
    Fica decretado que a maior dor
    sempre foi e será sempre
    não poder dar-se amor a quem se ama
    e saber que é a água
    que dá à planta o milagre da flor.

    Artigo IX
    Fica permitido que o pão de cada dia
    tenha no homem o sinal de seu suor.
    Mas que sobretudo tenha
    sempre o quente sabor da ternura.

    Artigo X
    Fica permitido a qualquer pessoa,
    qualquer hora da vida,
    uso do traje branco.

    Artigo XI
    Fica decretado, por definição,
    que o homem é um animal que ama
    e que por isso é belo,
    muito mais belo que a estrela da manhã.

    Artigo XII
    Decreta-se que nada será obrigado
    nem proibido,
    tudo será permitido,
    inclusive brincar com os rinocerontes
    e caminhar pelas tardes
    com uma imensa begônia na lapela.

    Parágrafo único:
    Só uma coisa fica proibida:
    amar sem amor.

    Artigo XIII
    Fica decretado que o dinheiro
    não poderá nunca mais comprar
    o sol das manhãs vindouras.
    Expulso do grande baú do medo,
    o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
    para defender o direito de cantar
    e a festa do dia que chegou.

    Artigo Final.
    Fica proibido o uso da palavra liberdade,
    a qual será suprimida dos dicionários
    e do pântano enganoso das bocas.
    A partir deste instante
    a liberdade será algo vivo e transparente
    como um fogo ou um rio,
    e a sua morada será sempre
    o coração do homem.

    Santiago do Chile, abril de 1964

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Para ver e pensar:

    http://www.youtube.com/watch?v=qQb5QRbaAAE

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaOs jovens não tem um espaço para fomentar a discussão sobre cultura local, e fazer politica” de Agnes Karoline de Farias :

    Locais até existem, como as bibliotecas públicas, as universidades, associações de bairro, ongs, etc. Faltam pessoas dispostas a contribuir para o debate político sem a conotação eleitoral ou partidária. Tente formar seu grupo de debate e pesquise, junto as faculdades ou universidades da sua região, pessoas capacitadas para palestrar assuntos de interesse do grupo. Dentro das faculdades tenho certeza que voces encontrarão espaço, caso não encontrem local para reuniões, consulte a subprefeitura da região.

    Fernando Penteado Villar Félix
    Associação dos Moradores do Parque São Jorge

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_perguntou

    Perguntou, sobre a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí:

    Aos senhores(as) candidatos:

    Alguém já se inscreveu no site www.fichalimpaja.org.br ?
    Alguém já se preocupou com a campanha: "Eu não voto em porcalhão!" da Associação dos Moradores do Parque São Jorge?

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_nova_proposta
    Criou uma proposta
    Ficha Limpa Já!
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou o problemaDireito à Calçada” de Luis Cesar Nunes

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaLei Ficha Limpa” de jose ronaldo alonso mathias

    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_seguidos
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_nova_proposta
    Criou uma proposta
    Em porcalhão eu não voto!
    Há aproximadamente 1 mês.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaBullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:

    Justiça condena mãe por cyberbullying (Jornal O Estado de São Paulo)

    A mãe de um jovem que praticou cyberbullying em Carazinho, Rio Grande do Sul, foi condenada em segunda instância a pagar R$5.000,00 de indenização por danos morais ao ofendido. A relatora do acórdão no TJ do Rio Grande do Sul, desembargadora Liége Puricelli Pires, considerou que os pais têm o dever de guardar, orientar e zelar pelos filhos menores e respondem civilmente pelos ilícitos praticados. Na época das ofensas, os envolvidos eram menores e estudavam juntos na mesma classe.

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou o problemaHelicópteros noturnos” de Reinaldo

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaBullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:

    O apoio e divulgação desta campanha pode, e deve, ser realizada através do diálogo entre pais e filhos e levada até as escolas. Caso queiram poderemos enviar a cartilha e o material de apoio via e-mail, é só solicitar. O importante para todos é o debate a respeito do tema, cada um de nós poderá desenvolver uma forma própria de contribuir, conforme a característica de cada região ou escola. Obrigado a todos.

    Fernando Penteado Villar Félix
    Presidente AMOPSJ

    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos

    Seguindo a propostaCriação de mais áreas verdes” de Carbondown

    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaCombate à discriminação” de FLORIANO PESARO

    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou o problemaCardápio em Braille” de Mara Gabrilli

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou o problemaPiso podotátil” de Julie Nakayama

    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaMais cultura nas escolas.” de Juliana Biller

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaBullying não é brincadeira.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:

    Bullying

    Termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica. Toda ação agressiva, premeditada, intencionale recorrente, que acontece sem motivação, praticada por umou mais indivíduos contra outro(s), com objetivo de agredir ou intimidar, trazendo prejuízos físicos e emocionais a este, compreendendo uma relação injusta de poder.

    O termo bullying é também usado para descrever uma forma de assédio de alguém que, de alguma forma, está em condição de superioridade sobre o outro, exercendo seu poder sobre o mais fraco.

    A desigualdade de poder característica do bullying pode ser observada na diferença de idade, porte físico ou emocional, no apoio dos demais indivíduos ou pela inação dos envolvidos (educadores e familiares). Os atos de bullying são tipicamente de maus tratos entre os indivíduos, cuja essência intencional e repetitiva é caracterizada pela intimidação, agressividade verbal e/ou física e humilhação.

    Situações de bullying demonstram comportamento agressivo e negativo, acontece de forma repetitiva e ocorre onde há um desequilíbrio de poder entre os envolvidos. Como
    conseqüência, nota-se a exclusão e o isolamento dos indivíduos ameaçados, frequentemente extorquidos, insultados e apelidados de maneira pejorativa.

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou o problemaJuventude e drogas” de Suelen Trevizan

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaVOLUNTARIADO” de TINO PEREZ

    Há 2 meses.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre a proposta Simpósio de Moradores da Cidade Tirandentes - Tema: Segurança Pública avanços e desafios para região.” de Sandro Roberto:

    Deve-se debater a falta de áreas verdes, pois a ocupação desordenada do bairro restrigiu as possibilidades de integração entre a comunidade, o meio ambiente e planejamento das ações governaventais. Aspectos como a ausência de praças ou parques contribuem de forma negativa nos índices de insegurança. O desequilíbrio ambiental altera o comportamento das pessoas.

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_seguidos

    Seguindo a propostaResponda, Deputado!” de Voto Consciente Jundiaí

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes

    Apoiou a propostaIncentivo aos Bike-Boys ” de Pedal Rápido

    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_adesoes
    Há 2 meses.
  • Atividades_respondeu

    Respondeu, sobre a propostaMudança da denominação da Estação do Metrô.” de Associação dos Moradores do Parque São Jorge:

    A Estação de Metrô Carrão, nome de um aprazível e progressista bairro da zona leste da cidade de São Paulo, fica localizada no Parque São Jorge. Nossa intenção consiste em incluir o nome "Parque São Jorge" à atual denominação da referida estação. Com esta atitude busca-se o reconhecimento da importância histórica desta região, valorizando seus cidadãos; sem contudo diminuir a importância do bairro Carrão. A estação ficaria assim denominada: "Estação de Metrô Carrão - Parque São Jorge"

    Fernando Penteado Villar Félix
    Presidente AMOPSJ

    Há 2 meses.
  • Atividades_nova_proposta
    Há 2 meses.
  • Atividades_novo_problema
    Há 2 meses.
  • Atividades_novo_problema
    Há 2 meses.
  • Atividades_comentou

    Comentou, sobre o problemaProjeto executivo de obras de revitalização da rua do Gasômetro está aprovado e engavetado a mais de 5 anos, por que ?” de Eduardo Scatigno:

    Quando presidi o Conseg do Parque São Jorge, em 2005, apresentamos um projeto para revitalização da Av. Celso Garcia. Algumas poucas comquistas foram alcançadas, porém, a Avenida sofre com excesso de ônibus e carros particulares, prejudicando todos os que moram ou transitam no entorno. Veja vídeo em: www.youtube.com.br/amoparquesaojorge (favoritos). Fernando Félix

    Há 2 meses.

CIDADE DEMOCRÁTICA

É uma plataforma de participação política, onde cidadãos e entidades podem se expressar, se comunicar e gerar mobilização para a construção de uma sociedade cada vez melhor.

Sobre

Participe